Empreendedor

Empreendedorismo feminino: a chave para a transformação

Postado em: 05 de Janeiro às 02:00

Com muitos desafios, estão se destacando no empreendedorismo feminino no país! 

As mulheres estão liderando a criação de empresas no Brasil, segundo o Entrepreneurship Monitor 2016, que é uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).

O estudo revelou que elas respondem a 51,5% das empresas inauguradas nos últimos três anos e meio, enquanto os homens representam 48,5%.

Apesar disso, elas ainda têm menor participação nos negócios estabelecidos (que apresentam tempo de maturidade com 3 anos ou mais de mercado). Enquanto os homens possuem 57,3% das empresas consolidadas no mercado, elas respondem por 42,7%.

Tal diferença (14,6%) já foi maior – em 2009, o mesmo estudo apontou 25,4% de disparidade entre homens e mulheres –, mas, desde 2010, o indicador tem se mostrado relativamente estável, o que chama a atenção para a necessidade de programas de apoio às empreendedoras, que ainda enfrentam obstáculos na gestão.

 

VOCÊ SABIA?

Apenas em 1962 as mulheres tiveram acesso ao seu próprio CPF. Ou seja, até 55 anos atrás elas não podiam ter conta em banco.

 

DESAFIOS E BARREIRAS

Seja por preconceito de gênero, por dificuldades em conciliar a família e a empresa ou por encontrarem resistências em um universo ainda predominantemente masculino, a verdade é que elas vêm lutando para ocupar espaços.

As empresas abertas por mulheres tendem a ter a vida mais curta e elas têm menos redes de contato. Também nem sempre participam de negócios maiores ou inovadores e sentem-se inseguras para assumir as finanças de seus negócios.

A questão da menor participação feminina em negócios inovadores é muito influenciada pelo aspecto de empreender por necessidade: estar mais presente na vida dos filhos e ainda ter renda é um grande motivador, assim como questões de insatisfação com o mercado formal de trabalho.

Uma pesquisa realizada em 2017 com mulheres residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife revelou que o poder econômico feminino não tem crescido na mesma proporção que sua autoestima financeira.

Feita pelo Itaú, em parceria com a Box 1824, a conclusão é de que, mesmo com o dinheiro na mão, o que afasta as mulheres desse universo e prejudica sua capacidade de cuidar do dinheiro são a falta de experiência, referências, educação e reconhecimento.

Isso afeta diretamente sua capacidade de cuidar do seu dinheiro e, por consequência, a realização de sonhos e objetivos e o acúmulo de patrimônio. Entre os motivos que explicam esse cenário, está o fato de o sistema econômico ter sido criado a partir de códigos masculinos – por homens e para homens – e, por essa razão, a participação das mulheres ficou limitada nesse espaço.

Além disso, durante muitas décadas, por uma série de questões históricas e culturais, a atuação das mulheres ficou limitada à vida doméstica e aos filhos, deixando-a distante das esferas públicas e dos espaços de poder.

Elas também aprenderam a ter que justificar sempre os seus gastos e a não ver sentido em acumular dinheiro. Muitas, inclusive, ainda mantêm essa atitude, mesmo diante de uma realidade diferente, em que sua renda provém do seu trabalho.

A boa notícia é que o mundo vem mudando rapidamente e há efetivamente maior participação e representatividade das mulheres em diferentes espaços, o que é, de modo geral, o reconhecimento da questão como uma pauta importante para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Uma iniciativa como o empreendedorismo feminino só reforça que o papel da mulher na sociedade é o de transformar, engrandecer e desmistificar qualquer padrão que possa aparecer.

É por isso que a Academia Assaí incentiva o conhecimento e profissionalização de micro e pequenos empreendedores, sobretudo mulheres, que representam a maioria desse público. Só em nossos cursos presenciais e na plataforma online, o número de empreendedoras participantes é de 66% do total, o que mostra o poder de liderança e potencial econômico da classe feminina.

E esse número só cresce, já que o empreendedorismo feminino abre portas para um novo jeito de pensar e de agir, com mulheres mais preparadas, empoderadas e incentivadas por outras, que também passaram pela experiência incial de romper barreiras para porem em prática tudo aquilo que sabem de forma livre, com competência e grande confiança.

Que tal fazer parte desse grupo de mulheres que só cresce e também mostrar sua força empreendedora? Conte sempre com a Academia Assaí em qualquer empreitada e avance ainda mais em seu negócio.

 

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